Bethesda é a classificação do material da punção, de I a VI. Cada categoria tem um caminho. Ou mais de um. Com o resultado em mãos, a conduta sai definida na consulta: acompanhamento com periodicidade programada, teste molecular quando indicado, ou programação cirúrgica.
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Bethesda I e II costumam tranquilizar: material insuficiente (repete-se a punção) ou benigno (acompanha-se). O problema é quando vem III ou IV, as categorias "indeterminadas", e a paciente fica no limbo entre observar e operar.
É exatamente nesses casos que a conduta muda com quem avalia: repetição da punção, teste molecular, acompanhamento ou cirurgia. Cada caso indeterminado tem seu caminho, e ele não deveria ser decidido às pressas.
Bethesda V e VI pedem tratamento, e mesmo aí há decisões importantes a fazer com calma: extensão da cirurgia, momento certo, preservação da voz e das paratireoides.
A Dra. refaz o ultrassom na própria consulta e revisa o seu laudo com o olhar de quem decide a conduta, e não de quem só descreve a imagem.
Quando indicada, é guiada por ultrassom e realizada na hora, sem novo agendamento nem nova espera.
Você sai com um plano de ação claro, decidido com você na consulta: acompanhar com data marcada, teste molecular ou programação cirúrgica.
Cerca de 60 minutos, com tempo real para examinar, ouvir e explicar — com ultrassom da tireoide na própria consulta.
A primeira consulta já inclui retorno em até 30 dias, sem custo adicional.
Você recebe a nota fiscal para reembolso do plano de saúde e para o Imposto de Renda.
Atendimento presencial nas duas cidades. Traga seus exames.
Cirurgiã de cabeça e pescoço com foco em tireoide — no espectro cirúrgico e não cirúrgico.
“Seu caso merece uma conduta, e não uma espera.”
“Excelente profissional, muito atenciosa. Com seu atendimento humanizado me senti acolhida e segura para solucionarmos o problema.”
“Procurei um profissional pra tirar todas as minhas dúvidas e achei. Saí da consulta bem menos preocupada com a situação.”
“Atendimento excepcional, com cuidado atento aos detalhes. Me senti diante da melhor cirurgiã.”
É a categoria "atipia indeterminada": o material tem alterações que não permitem dizer se é benigno ou maligno. As condutas possíveis incluem repetir a punção, teste molecular ou cirurgia, a depender do caso. A maioria se revela benigna.
Não necessariamente. É a "neoplasia folicular": cerca de 7 a cada 10 casos se revelam benignos. A definição costuma exigir análise da peça, por isso a decisão de operar, e o quanto operar, precisa ser bem avaliada.
Em casos selecionados, sim: repetição da punção, teste molecular e acompanhamento são opções reais. Evitar cirurgia desnecessária faz parte do protocolo.
É um ótimo resultado, e o nódulo ainda merece acompanhamento periódico. A frequência depende das características dele no ultrassom.
A própria Dra. Eduarda, cirurgiã de cabeça e pescoço com mais de 2.000 cirurgias realizadas. Quem avalia é quem conduz, do laudo ao pós-operatório.
Chame no WhatsApp, envie seu resultado e agende a avaliação em Recife ou Caruaru. Seu caso merece uma conduta, e não uma espera.
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